Os três adjetivos acima são comumente utilizados com o mesmo significado tanto em textos quanto em falas, quando, na verdade, não o possuem. Nem tudo que é importante é prioritário.
Há poucos anos houve o boom da era digital, e desde então tem-se falado muito em Estratégia Digital, Jornada Digital e mais recentemente em Experiência do Cliente pois é onde as empresas devem focar suas operações e não em processos que foram desenhados com uma visão puramente interna.
A dimensão ignorada
Tudo isso que comentei acima é feito pelos empregados das empresas que, na mesma extensão dos clientes das empresas, estão sendo afetados pela transformação digital nas suas vidas pessoais, e convenhamos que as experiências oferecidas aos funcionários no ambiente de trabalho são muito insuficientes.
Há aproximadamente 3 anos eu escrevi um artigo com o título: Transformação Digital – está na hora de RH assumir o seu papel, e um papel extremamente prioritário é implantar nas empresas o conceito de Experiência do Funcionário.
Transformação digital ainda reside nas pessoas e não estamos nos preocupando com elas.
O papel de RH
Hoje em dia RH é (ou deveria ser) responsável por garantir nas empresas aspectos como diversidade, inclusão, igualdade e equidade. Atuar como guardiões dos comportamentos e habilidades dos talentos na era digital, e mais recentemente pelo modelo híbrido de trabalho.
Como oferecer e garantir a experiência do funcionário para que ele seja capaz de aprender, trabalhar, opinar, desaprender, aprender de novo, e principalmente escutar as diferenças no seu ambiente de trabalho e propor soluções para a boa experiência de todas as pessoas da organização?
As empresas devem fazer suas estratégias de negócio para um mundo digital (e não o contrário) e devem tratar o tema recursos humanos da mesma forma que eles tratam Market Share, expansão, clientes, lucros, dentre outros.
O dicionário registra que vital é aquilo que é essencial para a vida. Experiência do Funcionário é vital para a vida das empresas.