Ronei Silva

Conselho Consultivo

No topo, falta com quem discutir.

Participação como conselheiro em empresas de médio porte que querem qualidade de decisão sem montar a estrutura de uma grande consultoria.

O problema

Quem dirige a empresa decide sozinho com mais frequência do que admite.

O time reporta, não contesta. O contador cuida do que já aconteceu. A consultoria entrega um relatório e vai embora. O sócio, quando existe, está dentro do mesmo problema e enxerga do mesmo ângulo.

No fim, as decisões que mais pesam — entrar num mercado, trocar um executivo, aceitar o investidor, segurar a expansão — são tomadas sem ninguém que possa discordar com conhecimento de causa.

Concordância não é alinhamento. É ausência de contraditório.

Escopo

O que um conselho consultivo faz — e o que não faz.

O que faz

  • Cria ritmo: uma pauta, uma data e decisões registradas com responsável e prazo
  • Cobra na reunião seguinte o que ficou combinado na anterior
  • Traz repertório externo sobre problemas que a empresa vive pela primeira vez
  • Prepara a empresa para crescer, profissionalizar ou trocar o comando

O que não faz

  • Não substitui a gestão nem assume execução
  • Não tem poder deliberativo: diferente do conselho de administração, a recomendação não obriga
  • Não é projeto de seis meses com equipe júnior e apresentação final

Porte

“Minha empresa não tem tamanho para ter um conselho.”

Conselho não é estrutura, é disciplina de decisão. Uma empresa de médio porte não precisa de seis conselheiros, comitês e regimento: precisa de um interlocutor sênior, uma pauta preparada e a disciplina de voltar ao que foi decidido.

A estrutura formal vem depois, se e quando fizer sentido.

Na prática, a atuação é voltada a empresas com faturamento entre R$ 20 e R$ 300 milhões — porte em que a decisão já é complexa e a estrutura de governança ainda não existe.

Formatos

Três formas de atuação.

1

Conselheiro individual

Reuniões mensais com o CEO e a liderança, com pauta preparada antes e decisões registradas depois. É o formato mais comum em empresa de médio porte.

2

Assento em conselho existente

Participação como conselheiro independente, trazendo visão externa a um fórum que já funciona e tende a concordar consigo mesmo.

3

Montagem do conselho

Definição de composição, agenda, ritual de reunião e indicadores de acompanhamento — até o fórum andar sozinho.

Rotina

Previsível, para caber na agenda de quem dirige.

  • Reunião mensal, com pauta enviada antes
  • Ata curta: o que foi decidido, quem faz, até quando
  • Acesso entre as reuniões para decisões que não podem esperar
  • Revisão do que foi combinado abrindo o encontro seguinte

O valor não está na reunião. Está no que acontece entre uma e outra porque alguém vai perguntar.

Ronei Silva, conselheiro executivo.

Quem conduz

Conduzido pessoalmente por Ronei Silva.

Executivo com mais de quatro décadas em posições de liderança, incluindo atuação como CIO de grandes organizações e Regional Vice President do Gartner.

A experiência de quem esteve dos dois lados da mesa: dentro da operação, respondendo por resultado, e assessorando a alta gestão de grandes empresas em decisões de tecnologia, estratégia e transformação.

Atuou como conselheiro em duas fintechs até o primeiro semestre deste ano.

  • 40+ anos de experiência executiva
  • Ex-CIO
  • Ex-Regional VP Gartner

Atuação individual, direta com o CEO. Sem equipe júnior.

Próximo passo

Decisão melhor, não mais um relatório.

Um conselho consultivo não resolve a empresa. Resolve a solidão de quem decide.

Quando foi a última vez que alguém discordou de você com argumento?

Uma conversa inicial de 30 minutos para entender o momento da empresa e avaliar se faz sentido. Atuação voltada a empresas com faturamento entre R$ 20 e R$ 300 milhões.

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